Israel matou Ibrahim Aqil, comandante de operações do Hezbollah, e ao menos outras sete pessoas nesta sexta-feira (20), ao realizar o maior ataque ao Líbano da história desde o início da guerra com o Hamas.
O alvo foi a capital Beirute, onde 59 pessoas também ficaram feridas. Segundo as autoridades libanesas, entre os mortos estão adultos, crianças e o comandante do grupo extremista, que era o foco principal da ação.
Aqil é considerado um dos principais líderes do Hezbollah e já era procurado pelos Estados Unidos por suspeita de executar um atentado contra a embaixada americana em Beirute no início da década de 80.
Após o ataque, os EUA pediram que os americanos deixem Beirute imediatamente. O clima é de tensão e caos no país.
O Líbano já tinha sofrido dois ataques em massa nesta semana com a explosão dos pagers e walkie-talkies de membros do Hezbollah e agora sofre novas baixas tanto de integrantes quanto de civis.
O Hezbollah respondeu disparando mais de 150 foguetes contra o norte de Israel no decorrer dos dias e afirma ter atingido o centro de inteligência do rival.

