O Oriente Médio viveu um dos momentos mais tensos dos últimos anos após as Forças de Defesa de Israel (FDI) lançarem uma ofensiva aérea contra instalações estratégicas de petróleo no Irã, a a R efinaria de Shahr-e Rey , localizada ao sul de Teerã, localizada ao sul de Teerã.
O ataque, ocorrido na noite de sábado (7), teve como alvo principal centros de produção e armazenamento de petróleo, provocando incêndios de grandes proporções e interrompendo parte da cadeia energética iraniana.
Testemunhas relataram colunas de fumaça visíveis a quilômetros de distância, enquanto equipes de emergência tentavam conter as chamas.
Em retaliação, a Guarda Revolucionária do Irã anunciou ter realizado um ataque contra a refinaria israelense localizada em Haifa, em resposta à ofensiva israelense contra instalações de petróleo em Teerã.
Mais cedo, sirenes de alerta aéreo foram acionadas na região norte de Israel, indicando possível ameaça de bombardeio. Apesar da mobilização das defesas, autoridades israelenses informaram que não houve registros de danos às instalações ou vítimas decorrentes da ação.
A comunidade internacional reagiu com preocupação. A União Europeia pediu moderação e diálogo imediato, enquanto os Estados Unidos reforçaram seu apoio ao direito de Israel de se defender. Analistas alertam que o episódio pode ter impactos diretos no mercado global de petróleo, elevando os preços e aumentando a instabilidade geopolítica.

