"Não pode haver impunidade para crimes de guerra e outras atrocidades, como os ataques da Rússia contra civis e infraestrutura civil crítica", diz o texto. "Continuamos comprometidos em intensificar as sanções contra a Rússia, coordenando e aplicando-as totalmente", afirma o comunicado, que ainda reforça o apoio "pelo tempo que for necessário" à Ucrânia.
O comunicado do G-7 também inclui palavras fortes destinadas a conter o que os ministros veem como uma crescente agressividade chinesa e norte-coreana no nordeste da Ásia. Recentemente, a China enviou aviões e navios para simular um cerco a Taiwan. Já a Coreia do Norte testou cerca de 100 mísseis desde o início do ano passado.
O documento dos ministros das Relações Exteriores foi preparado como um modelo para os líderes globais usarem na cúpula do G-7, que será realizada em Hiroshima em maio. O texto ainda menciona Irã, Mianmar, Afeganistão e a proliferação nuclear como "graves ameaças". Fonte: Associated Press.

