O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou a decisão da democrata e integrante da Câmara dos Representantes Haley Stevens de apoiar o candidato ao Senado por Michigan, Mike Rogers, anunciada neste domingo, 1º de novembro. Segundo o presidente, a decisão é "grande" e demonstra "lealdade" ao povo do Estado.
A demonstração incomum de apoio ao candidato respaldado por Trump em uma disputa acirrada ocorreu depois de ela ter sido desconvidada de um evento conjunto neste domingo com o candidato democrata Abdul Mohamed El-Sayed. Em seguida, Stevens apareceu ao lado de Rogers em uma igreja e informou que estava apoiando o republicano. A democrata foi derrotada por El-Sayed por pequena margem na prévia ao Senado de agosto.
"Uau, isso é GRANDE! A deputada Haley Stevens, uma democrata altamente respeitada, que perdeu por pouco na prévia para Abdul Mohamed El-Sayed e que vem sendo incessantemente cortejada e recebida com jantares pelos 'Dumocrats' para ajudar na campanha deles em Michigan para o Senado dos Estados Unidos contra Mike Rogers, acaba de ENDOSSAR Mike Rogers para o Senado!", escreveu Trump em sua rede Truth Social.
Segundo o presidente, a base de apoio de Stevens é "enorme", e o nível de respeito do povo de Michigan pela deputada, especialmente entre as populações afro-americana e judaica, "é praticamente sem paralelo".
"Haley disse o que poucas pessoas estão dispostas a dizer. Ela demonstrou grande, e quase sem precedentes, lealdade ao grande povo de Michigan com o que fez. Isso se chama coragem - e poucas pessoas a têm como a que acaba de ser exibida pela deputada Haley Stevens!", congratulou Trump.
A mudança de última hora ocorreu enquanto democratas buscam aumentar a participação de eleitores negros e judeus em redutos-chave. El-Sayed, ex-dirigente de saúde pública de Michigan, está em disputa apertada com Rogers, ex-deputado, pela vaga hoje ocupada pelo democrata Gary Peters, que vai se aposentar.
Manter Michigan nas mãos dos democratas é considerado vital para o esforço do partido de conquistar a maioria nos dois últimos anos do segundo mandato de Trump.
*Com informações da Associated Press.
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