"Estamos lá para apoiar esse esforço de qualquer maneira, mas achamos que eles podem trabalhar com isso e, finalmente, a Finlândia e a Suécia serão admitidas como membros", afirmou Sullivan. Sobre o que a adesão representaria em termos de segurança para as nações nórdicas, o conselheiro afirmou que os EUA trabalhariam em estreita colaboração para impedir qualquer agressão contra um deles.
"Na prática, qualquer pretenso agressor deve estar ciente de que os Estados Unidos estarão lá para a Finlândia e a Suécia no evento", conclui Sullivan. Questionado ainda sobre a existência de planos para o presidente Joe Biden se envolver diretamente com Erdogan, o assessor respondeu que não há no momento.




Aviso