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Com retomada da China, exportação de frango do Brasil tem seu melhor fevereiro, diz ABPA

Com retomada da China, exportação de frango do Brasil tem seu melhor fevereiro, diz ABPA
Com retomada da China, exportação de frango do Brasil tem seu melhor fevereiro, diz ABPA

SÃO PAULO, 6 Mar (Reuters) - As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 493,2 mil toneladas em fevereiro, alta de 5,3% ante o mesmo período do ano passado, com uma retomada da China como principal importador dando impulso adicional aos volumes, apontou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A receita com as exportações somou US$945,4 milhões, avanço de 8,6% na comparação anual, marcando também um recorde para fevereiro. No primeiro bimestre, a alta foi de 4,5%, com 952,3 mil toneladas, enquanto o crescimento no faturamento no mesmo comparativo é de 7,2%, com US$1,819 bilhão.

"Vimos em fevereiro a consolidação da retomada dos embarques para a China, nos mesmos patamares anteriormente praticados para este destino, comportamento também observado nas exportações para a União Europeia", disse o presidente da ABPA, Ricardo Santin, em nota.

Segundo ele, os efeitos comerciais do foco de gripe aviária, registrado no ano passado, já foram superados, enquanto a demanda dos maiores importadores segue forte, com altas expressivas nas compras de fevereiro.

O Brasil exportou 49,4 mil toneladas de carne de frango para a China em fevereiro, queda de apenas 0,4% em relação ao registrado no segundo mês de 2025.

Em seguida estão Emirados Árabes Unidos, com 44 mil toneladas (+13,4%), Japão, com 38,2 mil toneladas (+38%), Arábia Saudita, com 33,8 mil toneladas (+7,3%), África do Sul, com 31,3 mil toneladas (+27,6%), União Europeia, com 30,1 mil toneladas (+46,3%), Filipinas, com 30 mil toneladas (+29,2%), Coreia do Sul, com 18,5 mil toneladas (+2,4%), México, com 15,8 mil toneladas (-24,3%), e Cingapura, com 15,4 mil toneladas (+20,1%).

Santin disse também que o setor tem grandes desafios, diante da guerra no Golfo Pérsico que afeta o transporte na região.

O presidente da ABPA afirmou que exportadores realizam "esforços para a construção de alternativas logísticas que mantenham o fluxo para destinos afetados pelo conflito no Golfo ".

(Por Roberto Samora)

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