Enquanto moradores de Manaus se recuperavam do susto após sentirem os reflexos do forte abalo sísmico da última segunda-feira (10), autoridades colombianas e internacionais começaram a dimensionar os estragos provocados pelo terremoto. O epicentro foi registrado na região de San José del Palmar, localizada no oeste da Colômbia.
A extensão geográfica do tremor impressionou: os reflexos foram sentidos não apenas em diversas cidades do território colombiano, mas também em países vizinhos, como Equador e Venezuela, além do próprio Brasil (através do estado do Amazonas).
O tremor deixou pessoas feridas e causou estragos expressivos em diferentes municípios colombianos. A governadora do departamento de Chocó relatou um cenário de "destruição significante", destacando que as equipes do governo local continuam em campo mobilizadas para contabilizar os danos estruturais e prestar socorro às vítimas.
Apesar da força do abalo, o Sistema de Alerta de Tsunami dos Estados Unidos confirmou uma boa notícia: não há risco de tsunami gerado pelo terremoto.
Novas informações divulgadas por agências sismológicas internacionais detalham a intensidade e a profundidade do fenômeno:
Epicentro: Localizado a cerca de 230 quilômetros da capital, Bogotá, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
Profundidade: O USGS estimou o foco do tremor a 107 quilômetros de profundidade, enquanto a agência sismológica europeia (ESMC) apontou 95 quilômetros.
Magnitude: O Serviço Geológico Colombiano registrou 6.7 na Escala Richter, com alguns sistemas de monitoramento internacional classificando o evento com até 7.4 de magnitude.



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