Advogado do partido, Rodolphe Bosselut afirmou que a candidata nega qualquer irregularidade e questionou o momento da publicação, dias antes do segundo turno.
Macron lidera nas pesquisas, mas a disputa está mais acirrada que em 2017.
A agência da UE enviou no mês passado seu relatório ao escritório da promotoria de Paris, que está analisando o material, segundo o órgão.
Não foi aberta investigação formal e por ora não foram divulgados mais detalhes.
Segundo o Mediaparte , o relatório da UE concluiu que Le Pen e outros membros do partido usaram 617 mil euros de dinheiro público para razões fictícias, sobretudo para benefício de pessoas próximas ao partido francês.




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