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Laboratório da FCecon recebe novos equipamentos avaliados em R$ 572,2 mil no Amazonas

Laboratório da FCecon recebe novos equipamentos avaliados em R$ 572,2 mil no Amazonas
Laboratório da FCecon recebe novos equipamentos avaliados em R$ 572,2 mil no Amazonas

Manaus/AM - Estufas, centrais de inclusão, corador de lâminas automático, montador de lâminas automático, freezer, deionizador e destilador, dentre outros, são alguns dos novos aparelhos que vão agilizar e modernizar a emissão de laudos de biópsia de pacientes com câncer, adquiridos pela Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), unidade da Secretaria de Estado da Saúde (SES-AM), neste ano.

Só no Laboratório de Patologia da FCecon, são emitidos, em média, 500 laudos de biópsia por mês, a maioria oriunda do Centro Cirúrgico. Após as cirurgias, parte do material colhido do paciente, como o próprio tumor, é encaminhado para a biópsia. Na Fundação, são realizadas diariamente cerca de 20 a 25 cirurgias de pequeno, médio e grande portes.

Para a aquisição desses equipamentos, o investimento chega a R$ 572,2 mil, informou o mastologista Gerson Mourão, diretor-presidente da FCecon.

Os equipamentos para modernizar o laboratório foram adquiridos por meio de emendas parlamentares estadual e federal.

Um dos equipamentos, instalado no último mês de abril, é o processador automático de tecidos, que foi adquirido por R$ 219,2 mil. Segundo a gerente do Laboratório de Patologia da FCecon, médica patologista Sharala Kumari, o processamento dos exames ocorria de forma semiautomatizada, o que levava um tempo maior para o preparo de cada amostra até a análise das lâminas pelo médico patologista.

Trata-se de uma tecnologia projetada para aprimorar a rotina de histopatologia, que é o exame no qual o patologista confirma o tipo de tumor cancerígeno. Este novo equipamento permite o processamento automático de um grande número de cassetes, contribuindo decisivamente para agilizar a liberação dos exames, além de economizar reagente e tornar o processo mais seguro para os técnicos do laboratório, pois possui um filtro de carvão ativado que diminui a toxicidade pelos gases nocivos.

No laboratório, o material passa por várias etapas de processamento histológico, como fixação, desidratação, clarificação, inclusão em blocos de parafina cortados em seções extremamente finas para coloração e montagem das lâminas de vidro, até a finalização do laudo de biópsia, que é essencial para a continuação do tratamento e definição de medicamentos quimioterápicos, por exemplo.

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