Início Policial Sem denúncia imediata do MP, ação da defesa garante soltura de alvo da Operação Erga Omnes
Policial

Sem denúncia imediata do MP, ação da defesa garante soltura de alvo da Operação Erga Omnes

Sem denúncia imediata do MP, ação da defesa garante soltura de alvo da Operação Erga Omnes

Manaus/AM - Em decisão proferida nesta sexta-feira (15), o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM) determinou a revogação da prisão preventiva de Alcir Queiroga Teixeira Júnior, investigado no âmbito da Operação Erga Omnes. A ação, coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), apura crimes de tráfico de drogas, lavagem de capitais e corrupção de agentes públicos.

A soltura atende à estratégia da defesa, liderada pelo advogado Christian Naranjo. O argumento central baseou-se no fato de que o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), ao oferecer denúncia formal contra 16 envolvidos, optou por não denunciar Alcir neste momento, apontando a necessidade de aprofundar as investigações antes de formalizar uma acusação.

De acordo com os autos do processo, a defesa de Alcir Queiroga sustentou que a manutenção da prisão preventiva configuraria um constrangimento ilegal e desproporcional, uma vez que o próprio titular da ação penal (o Ministério Público) reconheceu que a apuração ainda não atingiu a maturidade probatória necessária para incriminá-lo.

A tese defensiva foi acolhida pelo juízo, que convergiu com o entendimento de que a segregação cautelar perdeu o fundamento diante da ausência de denúncia imediata. O benefício da liberdade provisória também foi estendido a outros quatro investigados que se encontravam na mesma situação jurídica (Anabela Cardoso Freitas, Sander Galdencio Candido de Brito, Cristiano Luan da Silva Cacau e Jose Edmilson de Vasconcelos Júnior).

Siga-nos no

Google News

Receba o Boletim do Dia direto no seu e-mail, todo dia.

Comentários (0)

Deixe seu comentário

Resolva a operação matemática acima
Seja o primeiro a comentar!