A Record foi condenada pela Justiça de São Paulo a pagar uma indenização de R$ 70 mil a um homem que foi chamado de ‘assassino cruel’ durante uma reportagem do ‘Cidade Alerta’ em 2020. A informação é do colunista Rogério Gentile, do UOL.
Na reportagem dizia que uma mulher com o filho recém-nascido no coloco tinha sido assassinada pelo marido, que foi classificado como uma pessoa ciumenta e violenta.
No processo, o homem diz que a reportagem é ‘mentirosa’ e se defende relatando que a mulher era usuária de drogas e durante um surto tentou atacá-lo com uma faca. Na confusão houve um incidente e ela morreu.
Ainda segundo o colunista, um laudo apontou que foi encontrado altos níveis de álcool e cocaína no sangue da mulher. O homem ficou preso por dois anos preventivamente e foi solto.
A Record se defendeu argumentando que relatou os fatos de modo imparcial, sem emitir juízo de valor. No entanto, o juiz não aceitou a defesa da emissora e a condenou a pagar R$ 70 mil por dano moral que acréscimos de juros.
A Record ainda pode recorrer da decisão.


