O processo movido por Rachel Sheherazade na Justiça trabalhista contra o SBT não correrá sob segredo de Justiça. Essa derrota para a apresentadora, que havia feito o pedido, saiu nesta quinta-feira, 8, segundo o Notícias da TV.
A jornalista pede indenização de quase R$ 20 milhões pelos 9 anos e 7 meses que passou trabalhando na emissora.
Em abril, foram divulgados alguns detalhes da ação, e a defesa da jornalista afirmava que embora tenha sido contratada pela emissora de Silvio Santos como pessoa jurídica, tinha obrigações de uma funcionária regular, como horas extras e plantões. Ou seja, segundo ela, tinha vínculo empregatício, exigindo o pagamento dos direitos trabalhistas desde o início do seu contrato, que não eram pagos por conta do contrato como PJ. O ato, segundo o advogado de Rachel, André Froes de Aguilar, é conhecido como “Fraude Trabalhista - Pejotização”
Danos morais por perseguição e punições - Segundo o advogado, "ainda, há pedido de Indenização por Dano Morais pelos constrangimentos, perseguições e punições sofridas durante a relação de emprego.
Em setembro de 2020, ela foi demitida um mês antes do vencimento do seu contrato, logo após criticar o presidente Jair Bolsonaro em vídeos no seu canal pessoal do YouTube. Antes da demissão, Rachel ficou na 'geladeira' às sextas-feiras, como punição dada por Silvio Santos. Os rumores eram de que sua "cabeça" foi pedida após as críticas.



