O biógrafo Ulisses Campbell, autor da biografia “Suzane: Assassina e Manipuladora”, afirmou que o médico Felipe Zecchini, apontado como pai da filha que a assassina espera, foi demitido após o hospital onde ele trabalhava saber sobre o relacionamento.
Suzane estaria grávida, esperando uma menina, e já teria se mudado para a casa do médico na Bragança Paulista.
Segundo o autor, o médico era chefe do departamento de emergência do hospital particular Sabin, e os gestores informaram que não faz sentido ele trabalhar salvando vidas ao mesmo tempo em que dorme diariamente com uma mulher que matou os próprios pais. O motivo para a demissão foi "incompatibilidade profissional".


