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Ex-dançarina do É o Tchan diz que foi humilhada pelo grupo ‘tratada que nem cachorro’

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Ex-dançarina do É o Tchan diz que foi humilhada pelo grupo ‘tratada que nem cachorro’
Ex-dançarina do É o Tchan diz que foi humilhada pelo grupo ‘tratada que nem cachorro’
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O desabafo da dançarina Joyce Mattos do grupo É o Tchan, nesta sexta-feira (3), em um depoimento na internet dizendo que era maltratada e humilhada, causou uma verdadeira guerra. O vídeo viralizou e agora Joyce procura seus direitos trabalhistas. 

De acordo com o jornalista Leo Dias, do jornal O Dia, a dançarina ganhava um cachê de R$ 250 a cada show,  o grupo faz em média 4 shows por mês, ela não ganhava INSS ou FGTS. Joyce contou a coluna que vai pedir uma indenização por danos morais.

"Eu pretendo entrar com uma ação contra o grupo por dados morais e psicológicos, porque desde quando houve as conversas de desligamento da empresa que eu não durmo. Depois dessa situação do vídeo, eu passei mal na estrada. Quem acompanha minha rede social percebe que eu estou psicologicamente abalada. Eu fui humilhada"

Joyce disse que gravou o depoimento apenas por "segurança" e apenas a filha de Compadre Washington a procurou.

"Ela quis saber o motivo de tanta agressividade com o pai dela. Mas falou educadamente comigo. Eu confiei em uma única pessoa. Mandei o vídeo e disse que era uma prova se alguma coisa acontecesse comigo. Pedi para não enviar para ninguém e acabei sendo traída. Pelo meu vídeo, as pessoas entenderam que houve uma agressão física e não houve. Foi uma agressão moral! Quando Compadre Washington estava incomodado com alguma situação, ele falava isso no microfone para todo mundo ouvir durante o show. Dessa vez, ele mandou a produtora dizer que se nós continuássemos desobedecendo e dançássemos fora da linha demarcada, íamos ser retiradas do palco. Sempre que estava com o humor abalado, ele mandava colocar essa marcação no palco"

Joyce também deu detalhes da situação que enfrentava ao trabalhar no grupo.

"Eu ganhava um cachê de R$ 250, que não aumentava; quando fazíamos trio no Carnaval, era a única época em que o cachê subia um pouco; ou então, no show do Ano Novo, que acabava dobrando. Mas nas micaretas, por exemplo, dançando em trios que normalmente saem em festivais de cidades: mesmo que a apresentação chegasse a cinco horas, como outro que eu fiz dançando sozinha, porque a outra dançarina estava doente, o valor era de R$ 250, e nada mudava isto.

E tem um pequeno detalhe. Muitas coreografias era eu que criava. Porque às vezes chegavam músicas novas, que eles só recebiam, e queriam executá-las no show de última hora. A Batedeira, que é a última música de trabalho do É o Tchan, tem coreografia minha. Tem outras que eu fiz também, mas a que foi o último sucesso nacional, com direito a clipe que também não foi remunerado foi a minha Batedeira".

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