A pistola semiautomática de calibre .380, encontrada ao lado do corpo de Newton Rodrigues da Silva Passini, o “Passim”, assessor, primo e amigo do cantor Leonardo, morto em 4 de fevereiro na fazenda do cantor em Jussara, Goiás, não era legalizada.
De acordo com o Uol, as investigações, que apontam para morte acidental, mostram que Passim não tinha porte ou posse para armas de fogo. A perícia entende que a morte ocorreu "em razão de disparos de arma de fogo ocorridos durante manuseio de uma arma, somado à ausência de socorro médico".
Foram dois disparos, um na perna esquerda e outro no punho esquerdo.
O inquérito ainda não tem prazo para ser concluído. Três pessoas que estavam na fazenda foram ouvidas formalmente pela Polícia Civil, que aguarda os laudos periciais definitivos.
A investigação também quer descobrir o motivo de Passim estar armado naquele momento. O assessor estava em uma das suítes na fazenda de Leonardo, e os disparos teriam ocorrido durante a madrugada, por volta das 2h, quando mais três pessoas estavam na fazenda, mas em cômodos distantes um do outro.
Leonardo sentiu falta do amigo horas depois no horário do almoço, estranhando o fato de ele não ter saído do quarto, e precisou mandar seus funcionários arrombarem a porta.
A polícia não descarta possíveis indiciamentos devido à ilegalidade da arma, e mais informações sobre possíveis crimes e a origem do armamento devem ser divulgadas somente depois da conclusão do inquérito.



