BRASÍLIA — O desembargador Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região () negou, na noite desta quarta-feira, um habeas corpus pedido pela defesa de , ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (). , acusado de participar de um esquema de compra de votos para que o Rio de Janeiro fosse sede dos Jogos Olímpicos de 2016
Abel Gomes destacou que há elementos que indicam uma “sofisticada conduta de corrupção”, da qual participariam, entre outros, Nuzman e o ex-governador Sérgio Cabral. Para o desembargador, o caso é uma “hipótese rara de delito de corrupção”, já que os valores supostamente solicitados pelo dirigente eram repassados para outras pessoas, “exatamente para possibilitar evento que multiplicariam o volume de obras e serviços a serem contratados pelo Governo, que era exatamente o foco das possibilidades de ganho ilícito da organização”.
Nesta quarta-feira, , depois de 22 anos no comando da entidade. A carta de renúncia foi lida na assembleia extraordinária do COB.
