Na chegada ao hotel, jogadores e comissão técnica desceram do ônibus em menos de cinco minutos, sem falar com a imprensa. O auxiliar técnico Flávio Murtosa foi o primeiro a descer, seguido pelo coordenador Carlos Alberto Parreira e o treinador Luiz Felipe Scolari. Depois de toda comissão técnica, vieram os jogadores, muitos com fones de ouvido.
O goleiro Jefferson puxou a fila, seguido por Jadson, Fernando e Diego Cavalieri. O lateral-esquerdo Marcelo chamou a atenção com uma espécie de arco contendo a cabeleira. O atacante Neymar foi o primeiro a sorrir e fazer sinal de positivo para fotógrafos e cinegrafistas - além dele, só o goleiro Júlio César, o último a deixar o ônibus.
A seleção esteve pela última vez no Rio e no mesmo hotel em 3 de junho, um dia depois do empate por 2 a 2 com a Inglaterra, no amistoso que marcou a reinauguração do Maracanã. Da cidade, a delegação do Brasil seguiu para Goiânia e, depois, para Porto Alegre, onde começou a série de cinco vitórias seguidas (antes dos quatro jogos da Copa das Confederações, venceu amistoso com a França).
Pouco antes dos jogadores chegarem, policiais federais com cães farejadores deixaram o hotel. O ônibus chegou escoltado por pelo menos sete motocicletas e duas viaturas, além de carros oficiais da Fifa.
Nesta sexta-feira, Felipão comanda treino no Estádio São Januário, em São Cristóvão, na zona norte do Rio. No sábado, a seleção vai fazer o reconhecimento do gramado do Maracanã, antes da final da Copa das Confederações, que acontecerá no domingo, a partir das 19 horas.

