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Russell faz melhor tempo com dobradinha da Mercedes no TL3 do GP do México

Fórmula 1

SÃO PAULO/SP - George Russell superou a própria marca e fez o melhor tempo do terceiro treino livre para o GP do México, que aconteceu neste sábado (29). Foi ele também o detentor da volta mais rápida no treino anterior, que aconteceu na sexta-feira (28). O piloto da Mercedes percorreu o circuito do autódromo Hermanos Rodríguez em 1min18s399.

A segunda melhor volta foi de Lewis Hamilton, também da Mercedes, que ficou apenas 144 décimos de segundo atrás do colega de equipe. A Ferrari sumiu na tarde deste sábado. Os pilotos Charles Leclerc e Carlos Sainz só fizeram boas voltas ao fim do treino livre e ficaram com a quarta e a sexta melhores voltas respectivamente.

LINHA DO TEMPO

Com dez minutos do terceiro treino livre, Sainz bateu o melhor tempo do dia anterior, que já tinha sido feito por George Russell. O piloto da Ferrari fez logo de cara o melhor tempo do fim de semana, com 1min19s884. Só que não demorou muito para que o detentor da inicial melhor marca a pegasse de volta. Ele completou o percurso em 1min19s405.

O campeão da temporada Max Verstappen (Red Bull) entrou na pista já no meio do treino livre e, logo na primeira volta, já bateu a marca de Russell. O holandês fez 1min19s296 e, então, desacelerou para poder ouvir a torcida ovacioná-lo.

George Russell, aos 21 minutos, superou a volta do atual campeão. Fechou a volta com 1min18s399, surpreendentemente seguido por Lewis Hamilton (Mercedes). Max Verstappen terminou o terceiro treino livre para o GP do México com a terceira melhor volta.

1° Treino livre tem Sainz veloz e brasileiro em último

Carlos Sainz, da Ferrari, foi o mais rápido no primeiro treino livre.o espanhol anotou 1min20s707 em sua melhor volta no circuito Hermanos Rodríguez, na Cidade do México. Charles Leclerc, também da Ferrari, foi o segundo com 1min20s753, e Sergio Perez, Red Bull Racing, completou o top 3 com 1min20s827.

Na sessão, o brasileiro Pietro Fittipaldi, que substituiu Kevin Magnussen (Haas), acabou em último e teve problemas com o seu carro. Além do dinamarquês, também estiveram ausentes George Russell (Mercedes), Alexander Albon (Williams), Esteban Ocon (Alpine) e Yuki Tsunoda (AlphaTauri).

2° Treino livre tem nova paralisação e cautela

O primeiro piloto a baixar a casa de 1:20.000 foi Russell. Com pneus macios, o britânico da Mercedes engatou uma volta sólida — com direito a recorde de velocidade de 345 km/h. Com pouco mais de 30 minutos de etapa, Leclerc bateu forte e gerou uma bandeira vermelha. O monegasco deu uma "traseirada" em uma curva para a esquerda e acabou nos muros do autódromo — apesar do susto, ele deixou o local intacto.

Depois de 20 minutos, a etapa foi retomada, mas os pilotos se mostraram mais cautelosos com seus respectivos carros —Zhou ainda quebrou nos minutos finais. O cenário não mudou muito e acabou com Russell em 1°, Tsunoda em 2° e Ocon em 3°.

O que pode acontecer no México

Mesmo já com o título da atual temporada da Fórmula 1 garantido, Max Verstappen (Red Bull) tem no GP do México a oportunidade de quebrar um recorde histórico da categoria.

O holandês, que desbancou Lewis Hamilton (Mercedes) do trono de campeão da categoria também no ano passado, pode superar justamente seu rival em número de pontos conquistados em um mesmo ano.

O piloto da Red Bull tem 391 pontos em 19 GPs e, caso vença a corrida deste domingo, ultrapassa os 413 atingidos pelo britânico em 2019. O índice alcançado por Hamilton na temporada em questão — que contou com 21 provas no total e não contava com a sprint race —entrou para o livro dos recordes da Fórmula 1 e, em 2020 e 2021, os campeões não passaram perto da marca.

Mesmo caso não consiga a vitória no México, Verstappen tem "faca e queijo" na mão para tirar a vantagem de 22 pontos do astro da Mercedes. Depois da prova deste domingo, a 20ª do ano, ainda restam duas etapas na atual temporada: o GP de São Paulo, no dia 13 de novembro, e o GP de Abu Dhabi, no fim de semana seguinte.

Além do título individual de Verstappen, a Fórmula 1 também já definiu o campeão dos construtores: a Red Bull, equipe de Verstappen que garantiu a façanha no GP dos EUA.

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