O Rogério Caboclo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está afastado após a decisão do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro em que impede o ingresso e a permanência do cartola na entidade até setembro de 2022. Desde junho, quando foi acusado por assédio sexual e assédio moral por uma funcionária da entidade, o dirigente, que nega as acusações, está fora da CBF por decisão da Comissão de Ética.
De acordo com o Globo Esporte, Caboclo está afastado por 15 meses e pode retornar as atividades antes do fim do seu mandato, em abril de 2023.
No total são três mulheres que afirmam ter sido assediadas por Rogério Caboclo.

