A Polícia Civil de Minas Gerais abriu inquérito para investigar a importunação sexual sofrida pela filha de 13 anos do goleiro Everson, do Atlético-MG, após o empate contra o Santos na Arena MRV, no domingo (14). O episódio ocorreu no estacionamento destinado às famílias dos atletas, onde torcedores teriam feito comentários de cunho sexual sobre a adolescente.
O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, em Belo Horizonte. Testemunhas e a mãe da jovem já prestaram depoimento, e o clube informou que vai fornecer imagens das câmeras de segurança para auxiliar nas apurações.
Em nota, o Atlético-MG repudiou a situação, manifestou apoio ao goleiro e disse que colaborará com a polícia para identificar e punir os responsáveis. Everson e sua esposa também usaram as redes sociais para relatar o ocorrido e reforçar que buscarão medidas legais para que os agressores não fiquem impunes.
Segundo a lei brasileira, a importunação sexual é crime previsto no artigo 215-A, com pena de reclusão de um a cinco anos. Até o momento, os suspeitos não foram identificados.



