De acordo com pessoas presentes no evento, foi Juvenal quem autorizou a entrada dos torcedores, o que gerou perplexidade geral porque é incomum membros de torcida partilharem da sede social. "Foi um evento com convite oficial. O Juvenal fez um discurso e inaugurou um banheiro", afirmou um dos presentes ao evento que pediu para não ser identificado. O vice de comunicação, Júlio Casares, foi acusado de entregar camisas aos organizados. "Isso é mentira, o Juvenal inaugurou uma série de melhorias no futebol social e não entreguei nada a ninguém."
Os primeiros sinais de tensão aconteceram pela manhã, quando simpatizantes de Marco Aurélio Cunha, provável candidato da oposição, tiveram uma discussão com membros da organizada, que acusam o ex-superintendente de não ser são-paulino e refutam apoiá-lo. Mais tarde, um vídeo com o conselheiro cantando o hino do Santos (onde trabalhou no fim dos anos 90) foi veiculado e gerou irritação. Após nova discussão, um dos presentes no churrasco disse ser um corintiano que queria ajudar o São Paulo foi agredido e a pancadaria começou.
De acordo com pessoas da cúpula torcida ouvidas pela reportagem "Marco Aurélio Cunha é santista" e por isso não será apoiado mesmo com todo o desgaste de Juvenal. Segundo as mesmas pessoas, se outro oposicionista aparecer, será apoiado.
