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Novos caminhos para Ana Marcela e Poliana

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O Rei e Rainha do Mar de hoje, às 10h30m, na Praia de Copacabana, será muito mais que um campeonato aquático. O evento marca um divisor de águas para duas das melhores nadadoras do Brasil: Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha. Elas vão nadar em uma mesma equipe pela primeira vez, mas é não só isso. Uma disputará a última prova antes de se despedir da carreira. A outra, a última prova antes de se mudar para a África do Sul. O “Esporte Espetacular” transmite.

Aos 34 anos, Poliana encerra sua trajetória colecionando títulos. Entre eles, o bronze na Rio-2016, quando se tornou a primeira brasileira a conquistar uma medalha olímpica na maratona aquática, e o ouro no Mundial de 2013, em Barcelona.

— Está sendo bem emocionante. Foi aqui onde comecei e consegui minha medalha olímpica — afirma a atleta.

Já Ana Marcela, de 25 anos, despede-se apenas das águas brasileiras. Ela vai se mudar para para a Cidade do Cabo, nesta sexta-feira. Lá, treinará em um centro esportivo de excelência.

— Vou conseguir treinar e usar toda as instalações e apoio de lá. É muito importante ter esse staff. E terei mais sossego e foco para treinar. Tudo por causa de um sonho: uma medalha em Tóquio-2020 — diz ela, tricampeã mundial e quatro vezes eleita, pela Federação Internacional, a Atleta do Ano em águas abertas.

E agora, sem Poliana, quem promete tirar o sono de Ana Marcela é a novata Vivi Jungblut, de 20 anos.

— Quando Vivi conseguiu a vaga para o Mundial de Budapeste, mostrou que estava pronta para ganhar tanto de mim quanto da Poliana. E eu acho que isso faz com que a gente cresça — comenta. — Talvez a “rivalidade” tenha ajudado a mim e a Poliana a melhorar e lutar mais pelo pódio. É também por isso que ela é inspiração para mim.

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