O ex-árbitro e comentarista Sálvio Spínola afirmou, em entrevista à CNN Esportes S/A, que não há desonestidade na arbitragem brasileira, mas sim problemas de gestão e estrutura. Ele destacou que casos como o da “máfia do apito”, em 2005, foram exceções e que a maioria dos árbitros “são pessoas corretas e trabalhadoras”.
Spínola criticou a forma como a arbitragem é administrada pela CBF, apontando que a gestão à distância compromete o acompanhamento e a correção de falhas.
Segundo ele, o problema é estrutural, e não moral.

