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Nacional repudia atuação da arbitragem na semi do Barezão contra o Amazonas

Nacional repudia atuação da arbitragem na semi do Barezão contra o Amazonas
Nacional repudia atuação da arbitragem na semi do Barezão contra o Amazonas

Manaus/AM - Nessa segunda-feira (3), mais de 48 horas após a eliminação no Campeonato Amazonense para o Amazonas FC, o Nacional publicou uma nota de repúdio nas redes sociais, criticando a atuação da equipe de arbitragem no jogo de volta da semifinal, que terminou empatado sem gols no sábado (1º). O adversário havia vencido por 1 a 0 na ida e levou a classificação à final.

A partida teve o comando de Antônio Carlos Pequeno Frutuoso. O Nacional reclama especificamente de dois lances: primeiro, a expulsão do atacante Ceará, aos 44 minutos do segundo tempo. Em súmula, a arbitragem alegou que o jogador foi punido com o cartão vermelho por “dar ou tentar dar uma cotovelada contra seu adversário na disputa da bola”. O clube nega a agressão e se diz prejudicado.

Outro lance comentado foi um possível pênalti no mesmo Ceará, ainda no primeiro tempo. O atacante partiu pra cima da marcação próximo a área e foi tocado pelo volante PH, do Amazonas. Contudo, o árbitro mandou o jogo seguir. O Leão afirma que a marcação da penalidade poderia mudar os rumos da partida, visto que a equipe precisava vencer por dois gols de diferença para avançar.

Por fim, a nota de repúdio do Naça reitera a indignação com os pontos levantados e cobra que medidas sejam tomadas “para garantir que a arbitragem seja imparcial e justa, e que as decisões tomadas durante os jogos reflitam com precisão o que acontece em campo”.

Sem a conquista do Barezão, o Nacional terá a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro a partir de maio, na sequência da temporada. Até lá, um mês de mudanças no elenco e preparação.

Tentativa de agressão

A súmula da partida também relatou que o lateral-direito Alan Patrick tentou agredir o quarto árbitro Rafael Ramos Tourinho, tanto no meio do jogo, quanto após o apito final, mas foi contido por colegas e membros da comissão técnica azulina. O defensor do Leão, que estava no banco de reservas acabou expulso aos 28 minutos do primeiro tempo, logo depois do lance polêmico envolvendo um possível pênalti em Ceará.

 

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