"Ninguém pede para ninguém parar a jogada, para dar porrada", declarou próximo da porta de acesso à área exclusiva da comissão técnica e jogadores.
Em seguida, o coordenador citou Neymar. "Ele fez mais faltas porque está participando mais das jogadas. Se estivesse olhando jogo, não faria faltas. Atacante não tem o traquejo de marcar, mas o Neymar não é violento", prosseguiu.
Parreira também rebateu pergunta de um repórter que afirmou que a seleção conseguiu "até com certa facilidade" arrumar um time e fazer um grupo. "Fácil, quem disse? Foi difícil pra caramba, com trabalho a exaustão de muita gente envolvida nisso."

