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Inter decide não vacinar atletas no Paraguai antes de jogo da Libertadores

PORTO ALEGRE, RS (UOL/FOLHAPRESS) - O Internacional recusou a oferta, nesta terça-feira (18), de vacinar contra a Covid-19 sua delegação que estará no Paraguai a partir desta quarta (19), véspera da partida contra o Olimpia (PAR), pela penúltima rodada do Grupo B da Libertadores.

A Conmebol oferece a oportunidade de vacinação às delegações das equipes que disputam suas competições. A recusa colorada, no entanto, não é definitiva.

Em comunicado, o clube disse que está em contato com a CBF e que aguarda a possibilidade de a aplicação das vacinas ocorrer dentro do Plano Nacional de Imunização. Assim, todos poderiam se vacinar e não apenas os atletas que estiverem com a delegação no país vizinho.

"Diante dessa possibilidade, tendo o aval do Ministério da Saúde e secretarias de saúde estadual e municipal, o Internacional irá aguardar pela vacinação a ser feita no Brasil", afirmou o clube gaúcho em nota na qual reforça seguir os protocolos de prevenção à Covid.

A entidade máxima do futebol sul-americano recebeu doações de 50 mil doses de vacina do laboratório chinês Sinovac. A vacinação das delegações não é obrigatória. O Atlético-GO, que disputa a Copa Sul-Americana, foi o primeiro clube brasileiro a fazer uso das vacinas fornecidas pela Conmebol, no Paraguai.

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