SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Quando o meia japonês Keisuke Honda entrar em campo neste domingo (15), às 16h, pela primeira vez com a camisa do Botafogo, não será recebido pelo Engenhão lotado, como aconteceu em sua apresentação há cerca de um mês. Isso porque a partida entre o time alvinegro e o Bangu acontecerá de portões fechados, cumprindo determinação em jogos do Rio de Janeiro em razão da pandemia do novo coronavírus. A decisão de manter o confronto não agradou o técnico Paulo Autuori. "Futebol sem torcida perde um dos protagonistas, que é o público", disse o treinador botafoguense. "Aí eu pergunto: jogadores e comissão estão imunes [ao vírus], são de raças diferentes? Não faz sentido", completou. Autuori adiantou que Honda deverá entrar no time na posição até então ocupada por Gabriel Cortez, como meia central. O reforço é esperança para alavancar o Botafogo neste segundo turno do Carioca: até aqui foram uma vitória sobre o Boavista e uma derrota para o Flamengo. Assim, os alvinegros devem ir a campo com a seguinte formação: Gatito; Danilo Barcelos, Kanu, Benevenuto e Barrandeguy; Alex Santana, Honda e Bruno Nazário; Luiz Fernando, Luis Henrique e Pedro Raul. Tal como o Botafogo, o Bangu soma três pontos, mas fica à frente do adversário no grupo A da Taça Rio pela diferença no saldo de gols (0 a -2). Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ) Horário: 16h (de Brasília) deste domingo (15) Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz (RJ)