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FAF explica por que ambulância que atendeu jogador do Fast não tinha desfibrilador

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O jogo do último sábado entre o Fast e o Nacional na Arena da Amazônia, deixou jogadores e torcida preocupados. Logo nos primeiros momentos da partida, o jogador do Fast, Charles Chenko se chocou contra o zagueiro Victor do Nacional, e acabou tendo uma convulsão seguida de um ataque cardíaco.

Rapidamente os médicos dos clubes e a equipe da ambulância que prestava serviços no local foram chamadas para socorrer o craque. O problema é que durante o atendimento, segundo os médicos dos dois clubes, não havia na ambulância um equipamento fundamental para esses casos, o desfibrilador. Os profissionais tiveram que reanimar o jogador com massagem cardíaca. 

Esta segunda-feira (1), a Federação Amazonense de Futebol (FAF) que contratou os serviços da empresa de ambulância, resolveu se manifestar sobre o caso. Ela  explicou que de fato não havia o aparelho no veículo, mas isso porque a própria instituição tem um que fica na mesa do árbitro e, portanto, não havia necessidade de outro, o que diminuiria até mesmo o custo do serviço contratado:

“A ambulância não tinha o desfibrilador porque possuíamos um na mesa do representante da CBF. Nós assumimos de ter. Ele fica na mesa do representante. É orientação da CBF, que tem que ficar na mesa. O desfibrilador não era necessário porque ia encarecer, já que temos um outro lá. Mas graças a Deus não houve maiores consequências”, defendeu Ivan Guimarães, diretor da FAF.

Ele esclareceu ainda que o desfibrilador foi oferecido aos médicos no momento do atendimento, mas eles dispensaram porque a massagem já havia funcionado. A FAF afirma ainda que zela pela segurança e integridade dos jogadores e que por isso, prefere ter o equipamento.

Chenko foi levado para um hospital e passou por uma série de exames que apontaram um coágulo na cabeça dele, mas o mesmo está sendo tratado com medicamentos e não deixará sequelas, segundo os médicos. 

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