Humaitá, que na língua tupi-guarani significa “A Pedra Agora é Negra”, beija as águas turvas do caudaloso e imponente Rio Madeira, distante 698km da capital amazonense, seus mais de 57.000 habitantes abriram as cortinas para o espetáculo do grupo 4 da Copa da Floresta, a partir da última quarta-feira (6).
O palco, o majestoso Estádio Municipal Arlindo Braz que, inclusive, foi reinaugurado, desta vez, tratado como merece e recebendo os deuses do futebol que estão abençoando o Sul do Amazonas.
Fora das quatro linhas, a torcida lotou as arquibancadas. Mulheres, crianças e idosos cantaram e empurraram sua seleção do início ao fim das partidas. Em campo, a anfitriã venceu Tapauá, por 3 a 0 no primeiro duelo da sede e Canutama bateu Manicoré, por 2 a 1 fechando os jogos da noite.
Para o presidente da Federação Amazonense de Futebol (FAF), Ednailson Rozenha, a sede Humaitá traduz exatamente o que é a Copa da Floresta, o Brasil profundo, distante, mas é o Brasil de riquezas, de povo feliz e que ama e tem talento no futebol.
Com informações da assessoria



