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Ceni afirma que não xingou quarto árbitro quando foi expulso em empate do SPFC

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Rogério Ceni deu sua versão sobre o incidente com o quarto árbitro Salim Fende Chavez que resultou em sua expulsão na parte final do jogo do São Paulo contra o Red Bull Bragantino, disputado neste sábado (23). O treinador afirmou ter sido provocado por ele e negou ter proferido algum tipo de ofensa.

A confusão começou em um ataque do São Paulo em que Jonathan Calleri deixou o campo para ser atendido. Rogério Ceni afirma que estava gritando com o médico são-paulino para que o atacante voltasse rápido pelo lado do campo para que o time não ficasse com um a menos.

"Voltei para a área técnica, ele veio provocando, já querendo enfrentamento para dar o cartão. Pediu o cartão para o árbitro. Fui até o delegado e disse que eu gostaria ao final do jogo poder justificar na súmula que quem provocou o cartão foi ele. No momento em que eu fui ao delegado falar, ele veio e me expulsou", disse Ceni, em entrevista coletiva depois da partida.

"Eu não o ofendi. Pode pegar toda a gravação do lance. Eu não ofendi, não xinguei. Eu saí da área técnica para gritar com o médico. Ok, é um erro sair da área técnica. Eu fui pedir para o representante, porque a gente tem direito de citar na súmula também a nossa versão", prosseguiu.

Por causa do cartão vermelho, Rogério Ceni não poderá comandar a equipe no clássico contra o Santos, no dia 2 de maio, pela quarta rodada do Brasileirão. "O que ele [quarto árbitro] fez é uma puta sacanagem. Não falei nada para ele. Naquele momento eu conversei com ele normalmente e ele fez isso. Sabe o que vai acontecer? Você fica suspenso e esse cara vai trabalhar".

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