Acidente aéreo da Chapecoense completa 7 anos de dor, saudade e superação
Manaus/AM - A internet se encheu de homenagens nesta quarta-feira (29) após completar 7 anos exatos na terça-feira (28) do acidente aéreo envolvendo a delegação da Chapecoense, às vésperas do jogo de ida da final da Copa Sul-Americana em 2016. Na ocasião, o avião que levava toda a comissão técnica, jogadores da Chape e alguns integrantes da imprensa, acabou caindo ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em Rionegro, perto de Medellín.
O mundo do futebol se voltou para Chapecó e se convalesceu pelo acidente. Homenagens foram realizadas para reverenciar um time que entrou nas graças do torcedor brasileiro e que teve sua trajetória interrompida por conta da falta de estrutura de uma companhia aérea e da falha humana do piloto Miguel Quiroga.
Além dos jogadores, o acidente matou o técnico Caio Júnior e nomes de destaque da imprensa, como o do narrador Devair Paschoalon, mais conhecido como Deva Pascovicci, também um personagem daquela histórica campanha da Chapecoense. À época, o Atlético Nacional, equipe que faria a final com o time catarinense, reconheceu a equipe brasileira como campeã da Copa Sul-Americana em 2016.
Investigação
Segundo investigação, a causa da tragédia que tirou a vida de 71 pessoas foi o esgotamento de combustível da aeronave, resultado da falta de gestão de risco apropriada pela Lamia, empresa responsável pelo transporte dos passageiros. Sem o combustível, os motores pararam de funcionar, e o avião planou até bater.
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