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Paula Litaf sofre ataque de assessor de candidato: "Filha da...'

Paula Litaf sofre ataque de assessor de candidato: "Filha da...'
Paula Litaf sofre ataque de assessor de candidato: "Filha da...'

Manaus/AM - Uma solicitação de informação para a assessoria do candidato à prefeitura de Manaus, David Almeida, terminou em ofensa à diretora da Revista Cenarium, Paula Litaiff. 

A ofensa foi proferida na manhã desta sexta-feira (6), quando o editor-executivo da revista, Luís Henrique Oliveira, ligou para um dos jornalistas da equipe de comunicação de David. Após informar o e-mail, o jornalista perguntou se Paula “estaria chateada por algum motivo”, e a ofendeu chamando-a de uma "FDP". 

Todos os funcionários da redação da revista ouviram o insulto que partiu do funcionário do candidato. A ligação foi gravada e a jornalista entrará com ação judicial.

O advogado da proprietária da Cenarium, Christhian Naranjo,  explicou que "interesses particulares ou partidários não devem prevalecer em meios de comunicação, e que por isso, a defesa irá entrar com a denúncia de queixa-crime por injúria”.

Previsto  no Código Penal Brasileiro, o crime de injúria exige adoção de medidas céleres por parte da vítima para registrar a ocorrência. O termo é designado quando o acusado ofende verbal, por escrito ou até fisicamente, a dignidade de uma pessoa. A pena varia de três meses a um ano de prisão e multa.

O que diz a lei
Art. 140 – Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro: … § 2º – Se a injúria consiste em violência ou vias de fato, que, por sua natureza ou pelo meio empregado, se considerem aviltantes: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa, além da pena correspondente à violência

Pautas jornalísticas
Atualmente, a Revista Cenarium trabalha em pautas relacionadas ao ex-deputado David Almeida, que foi presidente da Assembleia Legislativa do Estado (ALE/AM) e governador interino do Amazonas no período de 9 de maio a 4 de outubro de 2017.

Quando estava na Assembleia Legislativa, David foi chamado para ser testemunha de defesa da advogada Priscila Marcolino Coutinho, em um processo da Justiça Federal em 2018.

Marcolino foi condenada na operação Maus Caminhos, que desarticulou uma quadrilha na Secretaria de Estado de Saúde (Susam) pelo desvio de mais de R$ 112 milhões.

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