As captações na renda fixa foram dominantes, totalizando R$ 56 bilhões, 37,7% menor do que um ano antes. Já na renda variável, a captação ficou em R$ 3,3 bilhões, com apenas uma oferta secundária ( follow-on ) e nenhum IPO.
Na comparação com um ano antes, o recuo foi de 71,9%.
Os ativos híbridos foram os únicos que cresceram em captação e tiveram aumento de 40,6% no período, atingindo R$ 6 bilhões.

