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Temer diz que, sem votos, Previdência pode ficar para fevereiro

BRASÍLIA - Após almoço no Itamaraty nesta terça-feira, o presidente admitiu que, caso a base não consiga os 308 votos necessários para votar a , ela poderá ficar para fevereiro do ano que vem. Apesar da fala, interlocutores do Palácio do Planalto são unânimes em dizer que é praticamente impossível conseguir votar a proposta em ano eleitoral.

— Se tiver os 308 votos, vai a voto agora. Caso contrário, espera-se o retorno (do Congresso) em fevereiro e marca-se a data em fevereiro — disse o presidente.

Temer se mostrou otimista em relação à possibilidade de o PSDB fechar questão a favor da reforma da Previdência. Os tucanos vão se reunir amanhã para definir a questão, mas a expectativa do governo é que o novo presidente do partido, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin, leve os tucanos a fechar essa posição.

— Isso é uma questão do PSDB, mas todos lá parece que estão trabalhando para o fechamento de questão — afirmou o presidente, perguntado se geraria incômodo se os tucanos não orientarem os deputados a votar a favor da proposta.

Temer disse ainda que não tem nenhum encontro marcado com Alckmin, mas que ligou para parabenizar o governador pela eleição de sábado, quando a convenção do PSDB o elegeu presidente nacional do partido.

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