O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, afirma em nota que a nova redução de 0,25 ponto porcentual na taxa Selic parece "mais uma encenação do que um sinal concreto de mudança".
Skaf reforça que a taxa de juros no Brasil continua entre as mais altas do mundo. No nível atual, a 14,50%, o custo da dívida pública se aproxima de R$ 1 trilhão ao ano, segundo ele.
"É impossível para a sociedade conviver com uma taxa básica que é três vezes a inflação, enquanto, no mercado, os juros mínimos chegam a seis vezes o IPCA. Trata-se de um cenário insustentável", diz a nota.



