BRASÍLIA — O na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou nesta sexta-feira que a nova proposta da só será apresentada na semana do dia 20 de novembro. Devido ao feriado do dia 15 de novembro, na próxima semana, os deputados terão um , e as votações só serão retomadas no dia 21.
— Parecer só depois do feriado — disse Aguinaldo.
O líder do governo ressaltou que o importante é “conceituar” a nova proposta de reforma, ou seja, definir politicamente os termos e o apoio dos partidos. Aguinaldo Ribeiro disse ainda que será preciso uma campanha melhor, porque o projeto inicial foi entendido como “um monstrengo”.
Depois de ouvir do Congresso que a saída para aprovar a reforma da Previdência é deixar na proposta medidas que acabam com privilégios e preservam os trabalhadores de baixa renda, . Esse valor poderia variar de três a cinco salários mínimos.
Na proposta original, a reforma proibia o acúmulo, o que impactava diretamente os grupos de menor renda. Por isso, na comissão especial da Câmara, o texto foi alterado para permitir essa sobreposição num limite de até dois salários. Com a nova mudança, os parlamentares ganham mais argumentos para defender a reforma em suas bases às vésperas do ano eleitoral.
Também na quinta-feira, . O projeto inicial trazia medidas que dariam uma redução de gastos de R$ 800 bilhões em dez anos. Mas, depois de a reforma passar por modificações em comissão especial, essa economia já caiu para R$ 600 bilhões (75% do original). Agora, de acordo com o ministro, o número precisa ficar acima de R$ 400 bilhões. De acordo com interlocutores, a equipe econômica pretende negociar até o fim para assegurar R$ 520 bilhões.

