Em relação ao terceiro trimestre de 2012, o IBC-Br teve alta de 2,66%, sem ajuste. O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que apontavam para uma variação de +2,00% a +3,80%, e abaixo da mediana, de 2,78%. O índice avançou de uma média mensal de 144,14 pontos para 147,98 pontos nessa comparação.
O IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses e tem grande influência sobre as estimativas do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB), divulgado a cada três meses pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado do PIB do terceiro trimestre de 2013 será conhecido no início de dezembro. No segundo trimestre, houve alta de 1,50% na comparação com os primeiros três meses de 2013 e, na comparação com o mesmo período do ano passado, uma elevação de 3,30%.
Revisão
O BC revisou alguns dados do índice, na série com ajuste. Para agosto de 2013, o dado passou de +0,08% para +0,09%. No caso de julho, houve estabilidade da taxa em -0,34%. Para junho, foi revisto de +1,02% para 1,00%. Para maio, alterado de -1,49% para -1,48%. Já em abril o ajuste foi de +0,93% para +0,92% e, em março, de +1,07% para 1,08%. O BC refinou também o resultado para fevereiro, que passou de -0,39% para -0,41%, mas, para janeiro, foi mantido em +1,18%.



