A instituição pondera que a estatal dispõe de mecanismos de governança que a protegem parcialmente de interferências. Segundo a análise, as alterações no conselho executivo e nas estratégias de investimentos não tiveram impacto material na qualidade de crédito.
"Haveria implicações negativas para o crédito se a qualidade da governança corporativa da Petrobras diminuísse, aumentando a sua vulnerabilidade a mudanças políticas", adverte.
A agência ressalta ainda que mudanças nos planos de negócios ou na alocações de recursos que enfraqueçam métricas financeiras também seriam negativas para o crédito da companhia.
