Ele afirmou que não é tradição do STF fazer apreciações de temas complexos ao fim do ano e que há apenas mais três sessões pela frente, ante do início do recesso e das férias coletivas de janeiro. Mello lembrou que a discussão se dará em cima de questões ligadas à política monetária e há quatro planos econômicos que tinham como objetivo combater a inflação.
De acordo com o ministro do STF, se houver o adiamento, não há qualquer dificuldade em relação à contagem de prazos de processos que estejam em julgamento. "O ideal é que não se tenha uma cisão. Proponho que não julguemos esses processos pautados no dia de hoje", disse. Dois relatores do caso já concordaram com o argumento de Mello.
