As construções não residenciais avançaram 2,2% em abril, sustentadas por investimentos maiores na infraestrutura elétrica e em edificações comerciais e educacionais. Mas os gastos na construção de moradias particulares caíram 0,1%. Na comparação anual, por outro lado, a construção residencial teve alta de 19%.
Já os gastos no setor público, que respondem por cerca de um terço do total, recuaram pela quarta vez em cinco meses, provavelmente reagindo a cortes de gastos federais e problemas orçamentários nos estados e municípios.
O Departamento do Comércio também informou que as permissões para novas construções, que servem como indicador de construção futura, atingiram o maior nível desde junho de 2008. Fonte: Dow Jones Newswires.

