O recuo da taxa, por sua vez, embora tenha tido importante participação do grupo Transportes (-0,01% para -0,44%), teve como surpresas o alívio acima do esperado dos grupos Alimentação (-0,08% para -0,23%) e Vestuário (0,18% para -0,03%), segundo Picchetti. "O comportamento de Transporte já era previsto", explicou.
De acordo com o coordenador, a deflação dos preços dos alimentos no IPC-S na segunda quadrissemana de julho foi a maior desde a primeira quadrissemana de agosto, quando esta classe de despesa registrou recuo de 0,48%.


