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Dívida pública aumenta 14,3% e chega a recorde de R$ 3,56 trilhões em 2017

BRASÍLIA - A brasileira aumentou em e chegou a . Como ocorre anualmente, é o já registrado pelo Ministério da Fazenda. O governo tinha uma autorização para levar o endividamento até R$ 3,65 trilhões. Para este ano, o informou que a dívida poderá chegar a .

A secretaria divulgou nesta quinta-feira o Plano Anual de Financiamento (PAF) da Dívida Pública. A ideia da equipe econômica é fazer com que o endividamento chegue a no mínimo em R$ 3,78 trilhões neste ano.

Nos cálculos da equipe econômica, a necessidade de financiamento do governo é de R$ 637,5 bilhões neste ano. Ou seja, é o que falta para pagar a dívida que vence, cobrir o déficit do orçamento e honrar garantias de empréstimos que sofreram calotes. Para cobrir esse rombo, o Tesouro Nacional emite mais dívida.

De acordo com a secretaria, o objetivo da gestão da dívida neste ano é suprir essa necessidade ao menor custo, mantendo o menor nível de risco e dar contribuição para o bom funcionamento do mercado.

Para cobrir o rombo no orçamento deste ano, o Brasil se endividará em mais R$ 108,4 bilhões. Apenas R$ 5,4 bilhões serão destinados para investimentos. A maior parte do novo endividamento será destinada para despesas correntes, principalmente, para gastos com a previdência.

Cerca de R$ 32,3 bilhões devem ser destinados a benefícios rurais. Já R$ 24,7 bilhões serão gastos em benefícios urbanos, por exemplo.

Há ainda a projeção para aumentar o endividamento para bancar a previdência dos militares, compensação do RGPS, pagamento de pessoal ativo da União, subvenção econômicas e até complementação do Fundeb.

(*Na primeira versão da matéria, foi publicado que o aumento seria de 7,3% em 2017. A informação foi corrigida às 11h50)

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