Conhecida como terceira sessão plenária do Comitê Central do Partido Comunista, a reunião foi conduzida em Pequim e visava definir uma agenda econômica para os próximos anos. Em um comunicado divulgado após o fim do encontro, o Partido disse que a China aprofundará a reforma econômica para garantir que o mercado desempenhe uma função "decisiva" na alocação de recursos.
Segundo a agência Xinhua, o mercado foi definido, em várias ocasiões, com um papel "básico" na alocação de recursos desde que o país decidiu construir uma economia socialista de mercado em 1992. No entanto, nesta terça-feira, a agência citou que lidar com a relação entre o governo e o mercado é uma "questão central" no país.
O Partido Comunista também ressaltou que uma reforma no sistema econômico do país é uma prioridade e "resultados decisivos" deverão ser conquistados até 2020. Otimismo de que os novos líderes da China adotarão uma série de reformas do sistema econômico e financeiro tem sido contrabalançado por dúvidas sobre o apetite por reformas do presidente Xi Jinping e do premiê Li Keqiang, assim como a capacidade dos líderes de conduzirem mudanças frente a interesses diversos no país.



