Já em um cenário que considera o superávit primário realizado nos últimos 12 meses (1,82%), a projeção para a dívida líquida em relação ao PIB é de 34,3% este ano. Para a dívida pública, a estimativa fica em 60% do PIB neste cenário. Já o déficit nominal tem uma previsão de 3% do PIB e a projeção para as despesas com juros é de 4,8% do PIB.
De acordo com Maciel, em ambos os cenários foram considerados como parâmetros o dólar a R$ 2,33 (ante R$ 2,13 em junho), o IPCA em 5,81% (ante 5,86% em junho), o IGPDI em 5,58% (ante 4,72% em junho), a Selic em 8,30% (ante 8,19% em junho) e o crescimento do PIB de 2,5% (ante 2,7% em junho).
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