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Ato de 1º de maio no Rio condena reformas trabalhista e da Previdência

RIO - O ato de 1º de Maio, Dia do Trabalho, na Cinelândia, traz mensagens contra as reformas reformas trabalhista e da Previdência e a truculência policial. As pessoas começaram a chegar por volta de 10 horas e as participações começaram pouco antes de meio-dia.

O ato acontecia de maneira tranquila até pouco antes de 13h, quando um princípio de confusão ocorreu na hora que parlamentares começavam a falar no palco. Um integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) teria sido agredido e estava fugindo de manifestantes.

O policiamento está reforçado no entorno da Cinelândia, com a participação da Polícia Militar, Guarda Municipal, Operação Centro Presente e agentes do Batalhão de Choque. Pessoas ostentam cartazes com mensagens contra as reformas trabalhista e da Previdência.

O deputado Wadih Damous (PT-RJ), que participa do ato no Rio, diz que esse Dia do Trabalho tem característica especial.

— O ato já aconteceria porque é tradição, mas neste ano é uma luta contra o Estado de exceção que vivemos, em um cenário de retirada dos direitos dos trabalhadores. Além disso, é uma resposta à repressão selvagem da última sexta-feira — afirma.

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Diretora-executiva da CUT-Rio, Camila de Melo diz que a expectativa é de que dez mil pessoas participem do ato. A pauta principal, além do Dia do Trabalho, é o repudio à repressão policial violenta que ocorreu na última sexta-feira, no Rio e em outros estados do país.

— Não podemos admitir violência contra a liberdade de expressão — afirma.

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