"Anunciamos queda nos meses de julho e agosto e cogitamos um crescimento na casa de 2,5%. Mas após os números de setembro, tendo a estimar um número entre 2,8% e 3%. Por isso, agora prevemos um crescimento entre 2,5% e 3%", explicou o novo presidente da ABPO, Sergio Amoroso, que participa, nesta terça-feira, 8, do 46º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, organizado pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP). Em agosto, as vendas do setor encolheram 3,24%. Os dados de setembro ainda não foram divulgados pela Associação.
Na visão de Amoroso, o mercado avança neste momento com indícios de "normalidade", ou seja, de crescimento contínuo mais discreto. A alta do dólar, que poderia beneficiar o setor a partir da menor importação de produtos acabados, não teve impacto tão forte. "O dólar na casa de R$ 2,20 não é suficiente. Traz alguma apreensão aos importadores, mas para que tivéssemos algum impacto no mercado de bens de consumo o dólar precisaria estar acima de R$ 2,50", analisa.



