Com uma madeira pouco resistente, mas ainda assim usada na confecção de canoas por ser de fácil entalhe, o Guapuruvu está sendo estudado para avaliar o seu potencial antiofídico, ou seja, combater os venenos de cobras.
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Estudos com esse objetivo vêm sendo realizados pela Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais. A pesquisadora Mirian Mendes avalia o verdadeiro potencial das sementes e folhas dessa planta que é utilizada por moradores da zona rural no Triângulo Mineiro com esse objetivo.
A planta é usada também no artesanato tradicional para colares e botões.

