A taxa de congestionamento do Poder Judiciário brasileiro caiu para 62,6% em 2025, o menor patamar da série histórica iniciada em 2009, segundo o relatório Justiça em Números 2026, divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em junho de 2026 com dados referentes ao ano anterior. Descontados os processos suspensos, sobrestados ou em arquivo provisório, a taxa líquida de congestionamento foi de 56,6%.
O relatório mostra que o país recebeu 40,9 milhões de novos processos em 2025, alta de 3,5% em relação a 2024 e recorde da série histórica.
Mesmo com o volume recorde de novos casos, o acervo de processos pendentes caiu para 75,5 milhões, redução de 3,4 milhões em relação a 2024 e o menor volume em nove anos. Foram 45,2 milhões de processos baixados no período.
Segundo o CNJ, o resultado foi influenciado pela política de eficiência em execuções fiscais, cujo tempo médio de tramitação é de 8 anos e 2 meses, ante 2 anos e 4 meses nos processos cíveis em geral.



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