O Ministério do Planejamento e Orçamento apresentou nesta terça-feira (1º) a proposta orçamentária de 2027 com R$ 133,8 bilhões reservados para investimentos, valor 20,8% superior aos R$ 110,8 bilhões previstos no orçamento de 2026.
Do total, R$ 87,9 bilhões estão classificados como despesas primárias e R$ 45,9 bilhões como inversões financeiras. O Novo PAC concentra R$ 61,5 bilhões da peça orçamentária, com R$ 8,25 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida, R$ 1,19 bilhão para transporte coletivo urbano e R$ 667,2 milhões para obras de drenagem e prevenção de inundações.
Segundo o ministério, o valor reservado para investimentos fica R$ 45,1 bilhões acima do piso mínimo de R$ 88,7 bilhões exigido pelo arcabouço fiscal, que permite crescimento real de até 2,5% ao ano nas despesas. A proposta também reduz a participação das despesas obrigatórias no PIB, de 17,5% para 17,3%.
O ministro Bruno Moretti afirmou que a peça orçamentária busca equilibrar ajuste fiscal e manutenção de investimentos em infraestrutura, moradia e mobilidade urbana antes de seguir para análise do Congresso Nacional.




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