A variante predominante no Brasil continua sendo a gama (P.1), segundo divulgou a Fiocruz. A informação foi publicada pelo G1, nesta terça-feira (17). No entanto, especialistas explicam que, apesar do número de casos estar subindo, ainda não há um surto da variante, como ocorreu em outros países.
De acordo com a reportagem, a preocupação com a delta cresce, a gama está mutando e isso deve ser visto como um alerta. Mas, dados da Rede Genômica da Fiocruz apontam que, entre os sequenciamentos de amostras feitas pelo sistema no país, a delta corresponde a 22,1% dos casos sequenciados em julho (mais do que 1 em cada 5 casos). Em junho, o total era de 2,3%. Entretanto, o total de sequenciamentos é desigual no Brasil. Enquanto, por exemplo, São Paulo fez mais de 10 mil, o Piauí analisou apenas 19.
Um pesquisador da Fiocruz explica ainda que estamos tendo a sensação de alta prevalência da delta por causa do foco do sequenciamento no Brasil.


